SUBTENENTE MANOEL BATISTA DE OLIVEIRA, conhecido popularmente
pela alcunha de “BATISTÃO”, natural de Touros-RN,
nascido a 22 de outubro de 1939, filho de Isaurina Batista de Oliveira.
Casado com MARIA CREUZA
DOS SANTOS DE OLIVEIRA, natural de JANDUÍS-RN, nascida a 30 de março de
1948, com os seguintes filhos: MANOEL ANTONIO GUILHERME BATISTA DE OLIVEIRA,
natural de Mossoró, nascido a 28 de outubro de 1969; CLEÓPATRA CILENE BATISTA
DOS SANTOS OLIVEIRA, natural de Mossoró, nascida a 12 de dezembro de 1970; MÁRCIA
VERÔNICA BATISTA DOS SANTOS DE OLIVEIRA QUEIROZ, natural de Mossoró,
nascida a 14 de junho de 1974; ANTONIO
MARCOS GUILHERME BATISTA DE OLIVEIRA, natural de Mossoró, nascido a 2 de
março de 1976; NORMANDO ASCLEPIADES GUILHERME BATISTA DE OLIVEIRA,
natural de Mossoró, nascido a 13 de dezembro de 1979. Durante o tempo em que integrou as fileiras
da amada e querida Polícia Militar do Estado do Rio grande do Norte, teve como
característica a correção e coragem. A sua escrita era praticamente um carimbo.
Por isso, quando necessitavam transcrever texto à mão, o subtenente Batistão
era escolhido. Físico avantajado, daí ser tratado como “BATISTÃO”. Dizia-se que ele praticava
artes marciais. Seu veículo sempre foi um Jeep Willis e nunca precisou de
macaco para troca de pneus, com sua força levantava o veículo e tirava e
colocava o pneu. Foi delegado em várias cidades da Região Oeste, entre elas:
Apodi, Governador, Governador Dix-sept Rosado, Olho D’água do Borges e São
Miguel. Nessa cidade participam de um grande tiroteio, enfrentando sozinho
vários pistoleiros, saindo sem sofrer nada. Em Apodi prendeu o todo poderoso
Francisco Sobrinho Ferreira, grande líder político em Severiano Melo.
Foi uma grande luta dos políticos da região que ele liberasse Sobrinho
Ferreira, mas não atendeu nem mesmo o governador na época, na pessoa do Dr.
Lavoisier Maia. De imediatamente foi exonerado do cargo, mas deixou Sobrinho
Ferreira preso na cadeia pública de Apodi. Se considerado “durão”, por outro
lado tinha a boa fama de zeloso, no cumprimento do dever. Estando à frente da
delegacia, mantinha relações amistosas com as autoridades municipais, porém,
nunca deixou transparecer qualquer sinal de fraqueza. Atendia bem as
autoridades judiciárias, porém, tudo dentro dos limites. Certa vez em Apodi,
chega ao Quartel de Apodi, à época situada no 1º andar do prédio onde hoje
funciona a Prefeitura de Apodi, a pessoa do Dr. Sidiney, Juiz de Direito da Comarca de
Apodi-RN, encontrando na calçada o soldado Diniz, daí a autoridade judiciária
mandou que Diniz fosse até onde se encontrava Batistão e dissesse ao mesmo que
o Juiz queria falar com o mesmo. Recebido o recado, Batistão determinou que
Diniz retornasse e dissesse ao juiz que as mesmas passadas que ele dava para
vir até a ele, eram as mesmas que ele dava para ir até ao Dr. Sidiney. Recebido
o recado curto e grosso, o Dr. Sidney não teve alternativa a de retornar para
seu gabinete no fórum local. Na sede do 2º Batalhão em Mossoró, era sempre
designado para comandar guarnição. Só a sua presença à frente de uma patrulha,
inspirava respeito total. Na construção do prédio do novo quartel do 2º BPM em
Mossoró, foi escolhido para a função de apontador, pelo alto senso de
responsabilidade e inquestionável honestidade.
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